O tempo é a nossa vida passando

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Nada como um aniversário para se fazer uma pausa autorreflexiva.

49º ciclo se abrindo por aqui, então celebro compartilhando alguns aprendizados que trago do caminho:

– Chego cada vez mais perto da resposta “quem sou eu”, na mesma medida em que me liberto de quem não sou eu. Aprendi que meu eu verdadeiro é menos egoísta, menos autocentrado, menos preocupado em agradar, menos controlador, menos consumista, não sente ódio ou cobiça. Sabendo disso, fica mais fácil saber quando me perco.

– Autoconhecimento é um dos melhores investimentos que posso fazer para assegurar um futuro melhor.

– A superfície e as aparências estão perdendo força. Cada vez mais quero saber o que está no âmago, na alma, no fundo das motivações.

– Não me importa mais o que você veste, o que você possui, se veio com seu jato ou está com uma vassoura na mão, se estudou na Califórnia ou ainda mora numa favela. A questão mais importante agora é “por que você está aqui?” Essa resposta verdadeira é que pode atrair minha atenção.

– Enquanto os desafios, as dificuldades, as instabilidades e emoções precisarem ser ocultadas, estaremos apenas vivendo um personagem de uma construção mental, tão frágil quanto um sonho do qual se acorda com um estalo.

– Os sinais da verdadeira evolução humana vêm quando as coisas mais simples são capazes de nutrir plenamente a alma. Podemos parar de destruir o planeta, pouco do que estamos fazendo é realmente necessário.

– As pessoas mais felizes que conheço não ostentam absolutamente nada, nem mesmo sua própria felicidade. Essas são as que cada vez mais me inspiram de fato.

– Há uma demanda urgente pela disseminação de uma cultura de paz. Somente vi o mundo de fato ficando melhor onde se pratica o diálogo e a compaixão. Se podemos dar um passo nobre na nossa evolução, é reinventando a forma como abordamos conflitos e oposições.

E, para fechar, brinco propositalmente com o trocadilho: se podemos ter uma boa “meta”, é a de nos preocupar menos com nosso entretenimento e mais com a evolução da nossa consciência.

E você? Do ponto de onde você vê a vida agora, qual o seu maior aprendizado?

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